A evolução da música do piano até a música nas nuvens
Sex, 23 de Setembro de 2011 16:42 em Tendências
A música faz parte da vida das pessoas a muito tempo, desde a idade média até os tempos de hoje as pessoas buscam se entreter e buscam a música como forma de lazer.
No entanto o que vemos ao longo do tempo são revoluções ligadas ao mercado musical e a forma que as pessoas consomem música.
Veja aqui uma linha do tempo da música desde os tempos da criação da gravação até as tendências que vemo hoje em dia.
A criação da gravação de música
Em 1857 Edouard-Leon Scott criou o fonautógrafo que era uma máquina capaz de gravar mecanicamente sons, no entanto não era capaz de reproduzir os sons gravados. Ainda não se sabia, mas com essa primeira máquina rudimentar se iniciou uma grande revolução cultural mundial que se renova de tempos em tempos.
O próximo grande passo aconteceu em 1889 com a introdução comercial do Gramofone no mercado dos EUA, com a reprodução de discos que podiam ter até duas músicas e tornava muito mais fácil o transporte da música gravada.
Uma vez comentei com um cliente sobre a bolha da internet, e ele me fez uma pergunta "Quem ganhou dinheiro com a corrida do ouro?". Entendi na hora aonde ele queria chegar, afinal no final da década de 1990 vivenciamos o sonho da internet e o estouro da bolha em 2000. Muitos "garimpeiros" acharam que desenvolver sites os fariam ricos, mas descobrimos a duras penas que o marketing online ainda teria um longo caminho a percorrer. Atualmente, a internet já se consolidou como ferramenta essencial na estratégia de qualquer empresa, mas vale a pena refletir sobre o passado para evitar o surgimento de novas bolhas.
O Flash é sem dúvida uma tecnologia excelente para criação de animações multimídias e com grande interatividade. Infelizmente, ele sempre foi utilizado de maneira inadequada por grande parte das empresas. Neste artigo irei abordar 10 razões para não fazer um site em Flash. Sei que irá gerar polêmica, mas os conflitos de ideias é que geram reflexões e novas maneiras de resolver um problema. No lugar de pensar em PROBLEMAS, vamos substituir por BENEFÍCIOS. Que benefícios o site deve trazer para o consumidor e para empresa?
O site deve ser uma ferramenta eficaz de atração, comunicação, aprendizado e interatividade com o consumidor, reforçando sua marca e conquistando uma parcela do escasso tempo das pessoas.
“O valor não está na quantidade, seja de pessoas ou acessos, e sim no tempo (que as pessoas gastam no site) e na relevância” Michel Lent (VP de Criação da Ogilvyinteractive)
Leia o artigo, e saiba como usar o flash de forma mais eficaz em seus sites.
A Vingança dos Nerds é uma comédia que se passa em um campus universitário, sendo a trama principal um grupo de excluídos (nerds) fundam sua própria fraternidade. É uma batalha de cérebro contra músculos quando os fortões do time de futebol tentam esmagar seus excêntricos oponentes.
O filme foi lançado em 1984, e muitas pessoas que hoje são profissionais de internet nem havia nascido ou ainda usava fraldas (dureza ficar mais velho...). A mensagem é bem interessante, pois é uma boa metáfora para o momento atual da internet. Afinal, o Google foi fundado por dois programadores de Stanford!
Desde o início da internet, há uma busca constante em facilitar a maneira de gerenciar o conteúdo dos sites com maior facilidade. Inicialmente surgiram softwares que facilitavam a criação de páginas HTML de uma forma similar a um editor de textos como o FrontPage e o Dreamweaver.
Logo, muitos programadores perceberam que poderiam criar um sistema que tornasse fácil a tarefa de gerenciar o conteúdo do site. Este tipo de sistema se chama CMS (Content Management System) ou sistema de gerenciamento de conteúdo.
Neste artigo, abordarei os motivos pelos quais NÃO deveriam ser utilizados um CMS proprietário na maioria dos sites.
10 Dicas para se destacar como profissional de Marketing Digital
Sex, 30 de Abril de 2010 13:43 em MercadoCriei meu primeiro site em 1997, e acompanhei todas as fases da internet. Desde a euforia inicial até o estouro da bolha nos anos de 2000/2001. Depois houve um período de vacas magras, mas nos últimos anos o mercado digital se tornou o centro das atenções com um crescimento expressivo a cada ano.
"Mercado digital movimenta 2 bilhões de reais no País, diz Pedro Cabral, do IAB" Fonte: IDGNow
Com a ascensão do Google como a porta de entrada para internet para grande parte das pessoas, um novo mercado se formou - o "Seach Marketing" - que envolve estratégias de conquistar visibilidade nos sites de busca. As redes sociais também conquistaram seu espaço no Marketing Digital.

Se destacar neste mercado é um desafio para o profissional, pois o currículo tradicional definitivamente não é o melhor "cartão de visitas" para o profissional 2.0.
O jornalismo é uma das área que sofreu maiores mudanças com o advento da internet. Com a chegada do Google e o crescimento explosivo das redes sociais, as mudanças se acentuaram ainda mais. O surgimento de novos conceitos - SEO (search engine optimization), Social Media, Mashups, Widgets, Wikis e tantos outros - levam o jornalismo a enfrentar novas mudanças de paradigmas. Como toda mudança de conceitos é natural surgirem discussões do tipo Jornalismo Digital versus Jornalismo Tradicional, ou Jornalismo Digital versus Impresso. Creio que não há certo ou errado, melhor ou pior, mas sim a importância de saber interpretar os acontecimentos e pegar a onda da mudança que as novas mídias trazem para a atividade do jornalismo.
Este artigo tem como proposta a reflexão sobre o Jornalismo Digital e as Novas Mídias, pois em um futuro breve não falaremos mais "Jornalismo Digital". Afinal, você conhece alguém que fala TV Colorida?
Em 1897, Vilfredo Pareto, estudando os padrões de riqueza da sociedade do século XIX constatou que 20% da população mais rica da Inglaterra detinha 80% da riqueza. Comparando com outros países ele percebeu que a proporção se mantinha constante. Este conceito vem sendo utilizado no mundo dos negócios para definir prioridades de investimentos, por exemplo: Uma livraria não pode ter todos os títulos do mercado, portanto ela aplica a regra de Pareto e foca em 20% dos títulos que geram 80% da receita. Com a internet tudo mudou, e Chris Anderson em seu excelente livro "A Cauda Longa" mostrou que o marketing de massa está migrando para o marketing de nichos, e que a regra de Pareto não mais se aplica em muitos mercados.
Trabalho com internet desde 1997, e como muitos acreditei que ficaria rico em pouco tempo desenvolvendo site (com FrontPage
). Com o estouro da bolha em 2000/2001, ficou claro que devemos avaliar como investir nosso tempo e dinheiro com cautela, aprendendo com erros do passado.
O termo Web 2.0, lançado em 2004 numa conferência de brainstorm entre a O´Really e a MediaLive International, designou uma nova geração de serviços na internet.
"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva". Tim O´Really
Neste artigo, quero propor a reflexão sobre o Empresário 1.0 e o Estagiário 3.0. Estes termos não existem, estou fazendo uma analogia com Web 2.0 para facilitar o entendimento.
O open source, ou código aberto, refere-se a um tipo de software também conhecido como software livre. O software open source é desenvolvido de forma colaborativa por milhares de desenvolvedores em todo mundo. Os defensores do movimento open source defendem que o modelo de software proprietário não é eficiente, pois não aproveita o poder da inteligência coletiva.
Com a evolução da internet e o incrível poder de colaboração/comunicação (Skype, MSN, banda larga, redes sociais, etc.), o movimento open source tomou um impulso exponencial. A diversidade de softwares open source disponíveis cobre todas as áreas de negócios, e podemos destacar grandes estrelas como: Linux, BROffice, Firefox, Ubuntu, etc. O mundo é dos open sources!
