Sinceridade é uma palavra que não é utilizada com frequência no mundo dos negócios, porém a falta dela é responsável por muitas falhas em projetos, tempo perdido e investimentos sem retorno. Em segmentos de conhecimento intensivo como o mercado de internet, há um grande "gap" de conhecimento entre o cliente e o fornecedor, e isso é um dos fatores que potencializa a "falta de sinceridade".
Recentemente participei de um treinamento de vendas da Sandler Training que é baseado na conquista da confiança do cliente. Parece óbvio, porém o modelo de vendas tradicional é baseado em um jogo de interesses que não privilegia a confiança e a sinceridade. O cliente tenta obter o máximo com o menor preço, e o fornecedor tenta maximizar o valor do projeto e simplificar a entrega depois de assinado o contrato. O modelo de vendas da Sandler tem uma base mais investigativa, na qual o mais importante é ouvir o cliente e identificar suas reais necessidades.
O objetivo deste artigo é levar clientes e fornecedores à reflexão sobre nossas atitudes na condução de projetos e vendas.
Como primeiro artigo de 2010, decidi falar sobre um tema no qual muitos gostam, mas poucos têm uma atuação efetiva: ONGs e voluntariado. Irei acrescentar o tema Internet e fazer algumas reflexões sobre como podemos ajudar a tornar este mundo um pouco melhor apenas com um uso mais consciente da internet como ferramenta de transformação social.
Segundo Herbert de Souza, o Betinho, "Uma ONG se define por sua vocação política, por sua positividade política: uma entidade sem fins de lucro cujo objetivo fundamental é desenvolver uma sociedade democrática, isto é, uma sociedade fundada nos valores da democracia - liberdade, igualdade, diversidade, participação e solidariedade. (...) As ONGs são comitês da cidadania e surgiram para ajudar a construir a sociedade democrática com que todos sonham". Fonte: ABONG - O que é uma ONG
A morte de Zilda Arns - fundadora e coordenador da Pastoral da Criança - nos leva à reflexão sobre a importância de fazermos a diferença neste mundo.
"Seja a mudança que você quer ver no mundo." Dalai Lama
Uma vez comentei com um cliente sobre a bolha da internet, e ele me fez uma pergunta "Quem ganhou dinheiro com a corrida do ouro?". Entendi na hora aonde ele queria chegar, afinal no final da década de 1990 vivenciamos o sonho da internet e o estouro da bolha em 2000. Muitos "garimpeiros" acharam que desenvolver sites os fariam ricos, mas descobrimos a duras penas que o marketing online ainda teria um longo caminho a percorrer. Atualmente, a internet já se consolidou como ferramenta essencial na estratégia de qualquer empresa, mas vale a pena refletir sobre o passado para evitar o surgimento de novas bolhas.
O Flash é sem dúvida uma tecnologia excelente para criação de animações multimídias e com grande interatividade. Infelizmente, ele sempre foi utilizado de maneira inadequada por grande parte das empresas. Neste artigo irei abordar 10 razões para não fazer um site em Flash. Sei que irá gerar polêmica, mas os conflitos de ideias é que geram reflexões e novas maneiras de resolver um problema. No lugar de pensar em PROBLEMAS, vamos substituir por BENEFÍCIOS. Que benefícios o site deve trazer para o consumidor e para empresa?
O site deve ser uma ferramenta eficaz de atração, comunicação, aprendizado e interatividade com o consumidor, reforçando sua marca e conquistando uma parcela do escasso tempo das pessoas.
“O valor não está na quantidade, seja de pessoas ou acessos, e sim no tempo (que as pessoas gastam no site) e na relevância” Michel Lent (VP de Criação da Ogilvyinteractive)
Leia o artigo, e saiba como usar o flash de forma mais eficaz em seus sites.
A Vingança dos Nerds é uma comédia que se passa em um campus universitário, sendo a trama principal um grupo de excluídos (nerds) fundam sua própria fraternidade. É uma batalha de cérebro contra músculos quando os fortões do time de futebol tentam esmagar seus excêntricos oponentes.
O filme foi lançado em 1984, e muitas pessoas que hoje são profissionais de internet nem havia nascido ou ainda usava fraldas (dureza ficar mais velho...). A mensagem é bem interessante, pois é uma boa metáfora para o momento atual da internet. Afinal, o Google foi fundado por dois programadores de Stanford!
Desde o início da internet, há uma busca constante em facilitar a maneira de gerenciar o conteúdo dos sites com maior facilidade. Inicialmente surgiram softwares que facilitavam a criação de páginas HTML de uma forma similar a um editor de textos como o FrontPage e o Dreamweaver.
Logo, muitos programadores perceberam que poderiam criar um sistema que tornasse fácil a tarefa de gerenciar o conteúdo do site. Este tipo de sistema se chama CMS (Content Management System) ou sistema de gerenciamento de conteúdo.
Neste artigo, abordarei os motivos pelos quais NÃO deveriam ser utilizados um CMS proprietário na maioria dos sites.
10 Dicas para se destacar como profissional de Marketing Digital
Sex, 30 de Abril de 2010 13:43 em MercadoCriei meu primeiro site em 1997, e acompanhei todas as fases da internet. Desde a euforia inicial até o estouro da bolha nos anos de 2000/2001. Depois houve um período de vacas magras, mas nos últimos anos o mercado digital se tornou o centro das atenções com um crescimento expressivo a cada ano.
"Mercado digital movimenta 2 bilhões de reais no País, diz Pedro Cabral, do IAB" Fonte: IDGNow
Com a ascensão do Google como a porta de entrada para internet para grande parte das pessoas, um novo mercado se formou - o "Seach Marketing" - que envolve estratégias de conquistar visibilidade nos sites de busca. As redes sociais também conquistaram seu espaço no Marketing Digital.

Se destacar neste mercado é um desafio para o profissional, pois o currículo tradicional definitivamente não é o melhor "cartão de visitas" para o profissional 2.0.
O jornalismo é uma das área que sofreu maiores mudanças com o advento da internet. Com a chegada do Google e o crescimento explosivo das redes sociais, as mudanças se acentuaram ainda mais. O surgimento de novos conceitos - SEO (search engine optimization), Social Media, Mashups, Widgets, Wikis e tantos outros - levam o jornalismo a enfrentar novas mudanças de paradigmas. Como toda mudança de conceitos é natural surgirem discussões do tipo Jornalismo Digital versus Jornalismo Tradicional, ou Jornalismo Digital versus Impresso. Creio que não há certo ou errado, melhor ou pior, mas sim a importância de saber interpretar os acontecimentos e pegar a onda da mudança que as novas mídias trazem para a atividade do jornalismo.
Este artigo tem como proposta a reflexão sobre o Jornalismo Digital e as Novas Mídias, pois em um futuro breve não falaremos mais "Jornalismo Digital". Afinal, você conhece alguém que fala TV Colorida?
Em 1897, Vilfredo Pareto, estudando os padrões de riqueza da sociedade do século XIX constatou que 20% da população mais rica da Inglaterra detinha 80% da riqueza. Comparando com outros países ele percebeu que a proporção se mantinha constante. Este conceito vem sendo utilizado no mundo dos negócios para definir prioridades de investimentos, por exemplo: Uma livraria não pode ter todos os títulos do mercado, portanto ela aplica a regra de Pareto e foca em 20% dos títulos que geram 80% da receita. Com a internet tudo mudou, e Chris Anderson em seu excelente livro "A Cauda Longa" mostrou que o marketing de massa está migrando para o marketing de nichos, e que a regra de Pareto não mais se aplica em muitos mercados.
Trabalho com internet desde 1997, e como muitos acreditei que ficaria rico em pouco tempo desenvolvendo site (com FrontPage
). Com o estouro da bolha em 2000/2001, ficou claro que devemos avaliar como investir nosso tempo e dinheiro com cautela, aprendendo com erros do passado.
O termo Web 2.0, lançado em 2004 numa conferência de brainstorm entre a O´Really e a MediaLive International, designou uma nova geração de serviços na internet.
"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva". Tim O´Really
Neste artigo, quero propor a reflexão sobre o Empresário 1.0 e o Estagiário 3.0. Estes termos não existem, estou fazendo uma analogia com Web 2.0 para facilitar o entendimento.
